domingo, 27 de fevereiro de 2011

Filipa Azevedo - Há Dias Assim



De facto há mesmo dias assim, talvez hoje seja um deles...

Orgulho?

Se me perguntarem se sou orgulhosa, respondo imediatamente que não!
E não sou, pelo menos não sinto que o seja.
Se me chatear com alguém de que gosto imenso, mesmo que tenha razão faço de tudo para que essa pessoa veja a realidade no seu erro, e pode nem pedir desculpa, porque antes que pedir é muito mais importante e válido sentir, eu desculpo!
Se estiver mal não tenho qualquer tipo de problemas em contar a alguém que me possa ajudar, isso é sinónimo de confiança e afecto por expormos a nossa intimidade perante alguém que nos é muito querido.
Como vêm, não me acho orgulhosa.
O que é certo é que no que toca a parte de nós, não sei bem como agir. Sei que não disse nada de mal, talvez tenha dito o que muitas pessoas não gostam de ouvir, e talvez o tom não tenha sido o mais correcto, mas não foi por mal. Sempre assim foi, e mais uma vez eu não sei que posição tomar. Ou melhor sei, vou estar bem caladinha á espera que as coisas se resolvam por si só. É estúpido mas não consigo lidar de outra maneira, porque simplesmente é diferente e só por isso as coisas alteram-se.
Agora digam-me, isto é orgulho?

quinta-feira, 24 de fevereiro de 2011

Receio

As vezes quando me ponho a pensar tenho receio de um dia vir a perder todos aqueles de quem gosto. Sei que as vezes não digo o que deveria dizer nem faço o que devia ser feito, mas não é por mal. Talvez não me sinta muito a vontade de dizer "gosto de ti" e "não és estupida(o), és uma querida". Quando dou por mim estou a tratar mal as pessoas e mesmo que seja  a brincar eu sei bem que algumas chegam mesmo a ponderar até que ponto isso é verdade ou não. Gostava de conseguir manter todos aqueles que amo sempre junto de mim, e até mesmo aqueles que apenas gosto e muito.
Se isso um dia não vier acontecer gostava apenas de dizer aqui perante o mundo inteiro que vos ADORO, independentemente das parvoices que já vos tenha dito, acreditem que o mais importante é tudo aquilo de bom que já vos tenha feito, pois apenas isso pode reflectir o meu carinho por vocês.



Um Orgulho ++

Hoje fui comprar o traje, ou melhor a capa e batina :)
Fiquei um pouco desiludida, confesso qe pensei que me ficasse melhor, mas pronto seja como for é um orgulho poder usar este traje :)
Ainda mais orgulho vai ser quando as minhas madrinhas lindas me traçarem a capa, e quando eu finalmente para o ano comece a praxar os caloirinhos...
Estudante que se preze tem  orgulho na sua universidade e no seu traje, ainda pra mais se for de Coimbra :)
Quanto à foto, só depois da queima :p.

segunda-feira, 21 de fevereiro de 2011

Ala dos Namorados - Caçador de Sóis



"Ainda sinto a minha estrela, nos teus caracóis"

domingo, 20 de fevereiro de 2011

A Família em 1º Lugar!

Por vezes nem sempre lembra-mos o que mais importante existe. Lembra-mos os amigos os conhecidos mas atribuimos menos importância à familia. Para mim a família está e vai estar sempre em 1º lugar, pois é o bem mais precioso que temos, é o nosso ser. Podemos eventualmente vir a perder cada amigo que tenhamos se as coisas não correrem bem, mas a nossa família vai sempre estar lá porque há algo que nos une.
É por isso que merecem todo o respeito e carinho que existe no Mundo, dando-nos sempre tudo aquilo que queremos, muitas das vezes fazendo um grande esforço. É importante valorizar hoje todas as pessoas que nos são especiais, porque um dia quer queiramos quer não vamos perde-las e chorar não vai servir de nada. A glória é válida para causar alegrias em vida, para reforçar laços e uni-los ainda mais.
Tudo aquilo que somos hoje deve-se a toda a educação que os nossos pais nos deram. Protegendo-nos sempre dos perigos, ajudando-nos sempre quando as coisas nem sempre corriam pelo melhor, abrigando-nos no seu colo, amando-nos infinitamente, acompanhando-nos sempre em todos os nossos caminhos nunca nos abandonando, mostrando-nos o melhor caminho a seguir sem nunca nos obrigar a ir pelo caminho por eles escolhido, alimentando as nossas esperanças, nunca exigindo nada, ensinando-nos todos os valores que hoje temos e nunca esquecendo de dar o exemplo, pois por incrível que pareça nós damos mais importância ao que vemos do que aquilo que ouvimos. Ensinaram-me a viver sobretudo sem portas, mas com janelas, deixando entrar todos aqueles que viessem por bem.
Recordo desse tempo a guerra para lavar os dentes, as histórias contadas antes de adormecer. O desejo de chegar a casa, o aconchego e, depois, outra vez a vontade de sair para ir brincar.
Corria para a minha mãe quando caía e me magoava, e depois ouvia enúmeras explicações e no final um "Eu bem que te avisei...". Os festins matinais em escolher a minha própria roupa sem ter em conta as estações do ano, seguidamente de várias birras só porque estava a chover e eu queria usar sandálias.
Depois do jantar fazíamos jogos enquanto o sr sono não vinha, e em noites de verão saiamos a passear e a saltar a corda. Os ensinamentos de uma senhora dona de casa começam a aparecer, o "não é assim que se faz..", "Não é assim que se diz", o "arruma o quarto". As festas em família, o Natal cheio de doces e alegria, os aniversários em que eu fazia o bolo, as minhas tentativas falhadas de mudar a fralda ao meu irmão.
Não é dificil ter uma família, é dificil mante-la e torna-la feliz! Agradeço todos os dias o esforço que os meus pais fizeram e fazem hoje por me dar tudo aquilo que tenho, e por lutarem pelo meu futuro.
Hoje entendo a importância dos raspanetes da minha mãe e dos ensinamentos que me deu na cozinha e nas lides domésticas porque sem isso era muito complicado estar a viver sozinha e me safar tão bem. Entendo que depois do jantar sabe bem dar uma saidinha mas nem sempre chegar tarde a  casa porque precisamos de descansar não só fisicamente mas essencialmente a nossa cabeça.











Hoje entendo que a família é o melhor que a vida nos podem dar, e se hoje somos felizes, a eles o devemos. E por isso um grande e caloroso OBRIGADO :)









sexta-feira, 18 de fevereiro de 2011

A cor dos sonhos

Como eu sou uma pessoa que tem excesso de tempo livre (ironia) fui passar o tempo á Bertrand na mais maravilhosa secção, a de psicologia. Peguei em vários livros, mas sem dúvida o que mais me impressionou foi "A Cor dos Sonhos". É um livro tão pequeno que eu capaz de o ler numa hora. Não li nada, simplesmente fiquei a olhar cada letra ,cada página e o único pensamento que me ocorria era que tinha que ter este livro, e vou tê-lo!
Sonho foi a única palavra que me chamou a atenção...

Afinal o que são os sonhos?